Fim de ciclo.

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É... Achei que ia conseguir voltar aqui antes, mas não consegui. Aliás, não consegui nem manter o Programa Sem Nome e sobrecarreguei o Fernando Alony. Mas... agora acabou.
Vestibulares já foram feitos, alguns resultados, pegos... Agora é esperar pelo resultado final...
Sim... O resultado que vai mudar meu futuro...
E é engraçado pensar assim, porque eu sempre me lembro que, agora, a vida começou. Saí das asas dos meus pais para viver minha vida. E isso rolou ao mesmo tempo em que eu perdi muitas convivências e amizades de escola.
É claro que a vida que vem agora pode ser boa. Estou muito bem acompanhado, mas... Como todo mundo, tenho medo do que pode vir. Acabou-se o ciclo simples da vida. Agora é hora de pegar meus dezessete anos de maturidade, colocar na mochila e começar a trilhar meus caminhos com as minhas mãos... E isso não é fácil.

Bom... Ainda bem que eu tenho gente ao meu lado, pra me apoiar e pra eu dar apoio...


Oratória

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Eu, com todas as minhas forças, odeio surpresas. Não é nada pessoal. Eu só sinto como se fosse o momento em que não consigo controlar a minha vida.
Mas, como toda regra, existem exceções. E, nesse caso, as exceções tem um nome. É claro que você, como leitor, não precisa saber de quem eu falo, mas quem me conhece, sabe de quem estou falando e porque estou falando.
Foi a única pessoa que, me fazendo viver de imprevistos e surpresas, me fez feliz até hoje e sempre vai me fazer...
É engraçado, porque, hoje, 25 de outubro de 2011, eu faço 17 anos. Sou um mês e cinco dias mais novo que ela e, como era de se esperar em uma amizade de quatro anos, ela sabe que eu odeio surpresas. Mas Ela insistiu nisso e me fez, mais uma vez, feliz...
E eu sei que quem a ajudou também fez isso porque eu, sem esperar nada em troca, fiz algo para alegrar o aniversário de cada um...
Bom, em resumo, ela me fez ficar um bom tempo achando que eu ia parar em uma pizzaria com meus amigos (porque ganhei o Teco Tereco Teco – o novo notebook) enquanto, por trás dos panos, ela organizava com meu melhor amigo (Leão) uma festa surpresa na minha casa.
O problema é que eu sou muito detalhista, e poderia ter reparado... Mas eu tinha coisa demais na cabeça pra pensar nisso...
Em resumo, fui para o shopping, enquanto TODOS os meus amigos estavam na minha casa, arrumando tudo. Ligo pro meu pai, vou pra casa, “buscar” minha irmã e, quando chego, meio mundo de NERDS sai do escuro e me assustam, cantando parabéns...
Eu, realmente, poderia ter odiado isso. Sério. Mas eu vi tanto carinho e dedicação dessa galera que, por incrível que pareça, meu coração não aceita ficar com raiva disso. Foi um inesperado bom...
E não é ruim. É o segundo em menos de um mês...

Bom, galera, eu sei que vocês provavelmente nem lerão esse texto aqui, no Plantando Batatas, mas eu tô sendo sincero e agradecendo pelo que vocês me fizeram... Esse imprevisto na minha vida valeu a pena.
Obrigado por tudo.

Recomeço

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Estou a, nesse momento, exatos sete dias do meu décimo sétimo aniversário. Nasci (em 1994) às 19:45, então estou até um pouco adiantado (são 18:41).

É interessante pensar sobre isso. Aliás, é interessante parar e pensar o que rolou nesses meus dezessete anos... Eu nasci em uma família de classe média. E cresci numa família de classe média.

No começo da infância lembro de ter mudado de casa, indo parar a uma rua da casa da minha avó paterna. Depois disso, aos nove anos, mudei para a casa em que moro até hoje.

É interessante que, depois de ter mudado pra casa em que moro hoje, não guardo muitas recordações de ter meus primos dormindo lá. Mas antes disso, lembro de algumas oportunidades...

Ao que tudo indica - e pelo que me lembro - eu era o primo mais aleatório ( o que fica comprovado pelo fato de eu ter um tumblr, um blog sério e um site totalmente sem nexo). Também lembro de ser meio gay quando era mais novo: 5 garotas, ao mesmo tempo, afim de mim, gatas pra caramba hoje em dia, e eu não peguei nenhuma.

Não lembrava disso, mas minha avó, há uns dois anos, me recordou de brincar, rasgando o fundo delas, com sacolas. '-' Segundo ela, eu rasgava os fundos delas e fazia-as de camisas... Tentador...

Uma coisa que permaneceu desse meu passado é minha ninfomania. Sempre fui. E acho que sempre vou ser. Era engraçado lá pela terceira, quarta série (sim, sou desse tempo), quando eu era o guru sexual da molecada. Sabia tudo (nunca tinha feito nada, mas sabia de tudo).

É engraçado que, mesmo passando os anos, algumas coisas nunca mudaram. Nicácio e Geovanna sempre foram meus primos favoritos e caroneiros. E isso nunca muda. É tradição, já. O Gabriel (Bakaxi), segue quase a mesma coisa: é o primo mais aleatório, sem noção e, desde sempre, foi assim.

Bom, além disso, lembro de ter um computador desde a virada do milênio. Lembro que, naquela época, era 256 de ram e tava ultra-turbinado. HD com mais de 20 Gb? Pra que isso, meu irmão?

Depois disso, troquei de computador, por um que, até hoje, funciona (com um lindíssimo W XP). E tive o Chico (2009-2011) e o meu novo amigo (sem nome, ainda).

Também lembro de todos os meus celulares. Dois nokias, um daqueles mpqualquercoisa, um samsung wave. Videogames? Polystation, Sega Saturn, Nintendo DS, PlayStation 2. Mas tive a infância regada por PS1 e N64.

É estranho parar pra pensar no passado... Algumas coisas que vivo hoje são, desde 2008, sonhos que vinha tendo. Outras coisas rolaram rápido demais. E foram boas. Muito boas...

Bom, acho que é isso. Agora é esperar pelo meu aniversário e ver o que minha vida reserva...
Miguel Paolini 2011. Tecnologia do Blogger.